terça-feira, 29 de maio de 2012

Ela: Alô?
Ele: Alô, sou eu!
Ela: (Ela fica em silêncio um tempo) ...Você de novo?
Ele: Não desliga! Deixe eu te falar algo!
Ela: ...
Ele: Olha, eu sei que a gente terminou, mas... Eu ainda te amo! Tudo bem se não quiser mais ficar comigo... Mas não precisa parar de falar comigo! Você prometeu que nunca iria sair do meu lado, não importa o que aconteça, não é?
Ela: (Silêncio) ...Você ainda não se tocou garoto? Eu quero te esquecer.
Ele: Eu entendo, mas ainda podemos ser amigos.
Ela: Não, não podemos.
Ele: Por quê?
Ela: ...
Ele: A gente era feliz, não? A gente se divertia muito juntos... Soh de olhar um pro outro, já sorriamos... Poucas palavras já faziam nosso dia valer a pena, não é?
Ela: (silêncio) É.
Ele: Então por quê?
Ela: ...
Ele: Responde.
Ela: Por que eu não quero mais te ver. Você me fez chorar muito.
Ele: Eu sei, mas eu também te fiz sorrir muito, não? Eu sei que eu não devia ter duvidado de você...
Ela: Agora é tarde.
Ele: Mas-
Ela: Adeus.
Ele: Espere, eu te-
(Ela desliga o telefone)

ALGUNS DIAS DEPOIS

(O telefone toca)
Ela: Alô?
Ele: Oi, sou eu de novo!
Ela: Aff, o que você quer dessa vez?
Ele: Calma! Só quero te fazer uma pergunta...
Ela: (Silencio) ...Fala.
Ele: Você me amou?
Ela: Amei.
(Os dois ficam em silêncio um tempo)
Ele: Que bom... Quer dizer que não foi tudo mentira... Hey, posso te dizer uma coisa?
Ela: Diga.
Ele: Eu ainda te amo, ok? Sempre vou te amar. Eu te prometo, não importa quanto tempo passe, eu sempre vou te amar.
Ela: (Silencio) ...Aham, sei.
Ele: É verdade!
Ela: ...
Ele: Você tá aí?
(Ela desliga o telefone)

UM MÊS SE PASSOU.

(O telefone toca)
Ela: Alô?
Ele: Sou eu, não desliga!
Ela: Por que não deveria?
Ele: Olha, por favor, vamos terminar esse assunto. Para de me evitar. Nem consigo te ver no colégio mais!
Ela: Eu me mudei de colégio.
Ele: Hã? Por quê?
Ela: Não quero mais te ver.
Ele: .....
Ela: E então? O que você queria me dizer?
Ele: Por quê você age como se quisesse me machucar?
Ela: (Silencio)
Ele: Hein?
Ela: E você não me machucou? Você jurou que ia confiar em mim!!
Ele: ....
Ela: Você só fez promessas e as quebrou depois!
Ele: ....
Ela: Por que não me esquece, hein?
Ele: Por que o dia em que eu me esquecer de você... Eu terei morrido.
Ela: Então morra.
(Desliga)

MAIS ALGUNS MESES SE PASSARAM. O GAROTO CONTINUOU LIGANDO PRA ELA, MAS ELA PAROU DE ATENDER OS TELEFONEMAS. ATÉ QUE UM DIA, POR ALGUM MOTIVO ELA ATENDEU.

Ela: Alô?
Ele: Sou eu.
Ela: O que quer agora?
Ele: Calma, não desliga. Não vim correr atrás de você.
Ela: Hã?
Ele: Sim, eu esqueci de você.
Ela: (Silêncio)
Ele: Só liguei pra dizer isso.
Ela: Por que você decidiu me esquecer? (com a voz tremula)
Ele: ...Por que você pediu.
Ela: Como assim?
Ele: Eu te amo e sempre vou te amar. Mas vou esquece-la.
Ela: O que? Eu não to entendendo!
Ele: Adeus.
Ela: O que? ESPE-
(Mas ele já havia desligado o telefone)

UM MES SE PASSOU E O GAROTO NUNCA MAIS LIGOU. A GAROTA COMEÇOU A FICAR PREOCUPADA COM ELE. UM DIA ELA DECIDIU IR NA CASA DO GAROTO, PARA VER COMO ELE ESTAVA. UMA SENHORA ATENDEU A PORTA.

Ela: Oi.
Mãe: Olá... (a mãe do garoto demora um pouco, mas reconhece a ex do filho) Há quanto tempo! O que faz aqui?
Ela: Eu vim ver como o seu filho está.
Mãe: (começa a chorar)
Ela: Senhora, o que houve?
Mãe: (chorando) Você não ficou sabendo?
Ela: Do que?
Mãe: Ele... Se matou.
Ela: O que?? (os olhos dela se enchem de lagrimas)
Mãe: (chorando) Creio... Que foi pra você que ele deixou essa carta.

A GAROTA PEGOU A CARTA E FOI PRA CASA. ELA CHEGOU EM CASA, SE
TRANCOU NO QUARTO, SENTOU NA CAMA E COMEÇOU A CHORAR. SOMENTE ALGUMAS HORAS DEPOIS ELA TEVE CORAGEM DE ABRIR A CARTA.

"Eu sei que quebrei uma promessa quando não confiei em você... Mas não quero quebrar mais nenhuma... Agora eu posso dizer... Eu esqueci de você."

A GAROTA ENTENDEU QUE AQUELE ULTIMO TELEFONEMA DO GAROTO FOI UMA DESPEDIDA. ELE HAVIA AVISADO A ELA O QUE ELE FARIA E ELA NÃO HAVIA ENTENDIDO. O GAROTO HAVIA CUMPRIDO A PROMESSA DE QUE AMARIA ELA ATÉ O FINAL E QUE SÓ ESQUECERIA DELA QUANDO MORRESSE. O GAROTO SÓ QUIS PROVAR PRA ELA QUE CUMPRIRIA SUAS PROMESSAS DE UM JEITO OU DE OUTRO.

O QUE O GAROTO NÃO SABIA É QUE TODO DIA A GAROTA ESPERAVA PELOS TELEFONEMAS DELE. E SEMPRE QUE ELA DESLIGAVA, ELA COMEÇAVA A CHORAR. POR MAIS QUE A GAROTA DISSESSE QUE QUERIA ESQUECE-LO, ELA APENAS ESTAVA TENTANDO CONVENCER A SI MESMA DISSO. A GAROTA SEMPRE HAVIA O AMADO. MAS NÃO QUERIA ADMITIR.

NO DIA SEGUINTE, A GAROTA FOI ENCONTRADA ENFORCADA EM SEU QUARTO COM UMA CARTA ONDE ESTAVA ESCRITO:

"Você cumpriu suas promessas, agora eu tenho de cumprir a minha. Eu ficarei ao seu lado, não importa o que aconteça."

OS DOIS CUMPRIRAM SUAS PROMESSAS. MAS OS DOIS SE ARREPENDERAM DE APENAS UMA COISA. SE ARREPENDERAM DE NÃO TEREM CUMPRIDO-AS JUNTOS. EM VIDA.

Um fato: Quando eu estou fazendo dever de casa qualquer coisa me distra


Ele: Feliz dia das mães.
Ela: Eu ainda não sou mãe.
Ele: Mas um dia vai ser.
Ela: Um dia.
Ele: Mas será.
Ela: E daí?
Ele: Só estou me antecipando.
Ela: Se antecipando em que?
Ele: Em desejar feliz dia das mães para a futura mãe dos meus filhos.

MAU / MAL


Este é um mal negócio ou Este é um mau negócio? A garota se saiu mal na prova? ou A garota se saiu mau na prova?

  Eis aí expressões que às vezes nos confundem no momento de empregá-las corretamente, pois são palavras homófonas, ou seja, possuem o mesmo som, embora denotem sentidos diferentes. 


  Quando usar Mau? No momento em que houver possibilidade de substituirmos pela palavra Bom, que é o seu antônimo.
  
  E quando usar Mal? Somente quando puder ser substituído por Bem. Muito simples, não?


sábado, 26 de maio de 2012


porque agente tenque sofrer
porque temos que amar
se no fim sempre sofremos
sempre choramos
sempre


Que vontade de fugir pra te encontrar.

- Não preciso de ninguém.

(Suspirou)


- Só de você.

E quantas vezes você quis um abraço e 

ninguém te abraçou?
 



Não se afaste. Não me prive de você, da sua

 presença. Fique, mesmo não tendo nada pra 

me dizer. Prometo escutar o teu silêncio e fazer o

 possível pra entender o motivo do teu choro. Te

 abraçarei e ali permanecerei. Até que eu veja 

em

seu rosto um sorriso.

Querido John.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Quando estou do seu lado(L

E de repente o destino leva
Cada um pro seu lugar
Sem perceber você está distante
Isso me preocupa mais
Você sabe como a vida faz
Muda tudo num segundo e ninguém vê
Por isso tenho que dizer:
Quando estou do seu lado
Tudo fica bem
Mesmo quando nada
Parece dar certo
Deixa eu te mostrar
Que tudo faz sentido
Quando estamos juntos eu sei
Que podemos ir mais longe
Só depende de nós dois
Tudo fica bem
Quando estou do seu lado
Uh
Os dias passam
E o nosso futuro
Está chegando em breve eu sei
E está nos levando
A caminho diferentes
Isso me preocupa mais
Você sabe como a vida faz
Muda num segundo e ninguem vê
Por isso tenho que dizer:
Quando estou do seu lado
Tudo fica bem
Mesmo quando nada
Parece dar certo.

:)

Chore!

Quando perdemos alguém,por mais que seja um amigo distante,a dor que sentimos é enexplicavel,um familiar,mais principalmente os PAIS,por mais que eles brigaram com vc,te chatiaram,não deixaram vc fazer alguma coisa que vc pedio,por mais que aconteceu coisas, perder quem nos criou e colou agente no mundo e como se metade da gente foi junto,então Ame,perdoe,chore por eles.

Briga de amigos.

Quem tem um amigo, mesmo que um só, não importa onde se encontre, jamais sofrerá de solidão; poderá morrer de saudades, mas não estará só.
                                               Amir Klink

Não adianta esperar atitudes de quem não tem...

As vezes ficamos esperando atitudes de outras pessoas, atitudes essas que nunca chegam. Pode ser a mais simples como um bom dia, um abraço, uma mensagem.... Você espera, espera e ....Nada!!!!
Tentamos nos colocar no lugar dessas pessoas e pensamos: No lugar dela eu faria. Talvez por isso, esperamos tanto dos outros e por consequência, nos decepcionamos no mesmo tanto.
Tenho aprendido com o tempo, que não adianta esperarmos atitudes dos outros ou culpá-los por aquilo que esperamos sem retorno. Criemos menos expectativas sobre outras pessoas pois as vezes, cobramos dos outros atitudes que deveriam estar em nós, mesmo que inconscientes.
Se não for feito aquilo que esperamos, façamos nós mesmos....Afinal, não adianta esperarmos atitudes de quem não tem. Se esta atitude esperada vier, ótimo! Caso contrário, façamos!!!!


Por que ler?

São objetivos da escola e das famílias em geral proporcionar às crianças o acesso ao conhecimento e a formação de indivíduos críticos, comprometidos consigo mesmos e com a sociedade, capazes de intervir modificando a realidade, auto motivados e aptos a buscar o aprendizado e o aperfeiçoamento contínuos, o que passa pela formação de leitores competentes.
É fato sabido que várias gerações têm demonstrado não apenas o desinteresse pela leitura, mas também a incapacidade de fazê-la coerentemente, compreendendo um texto em profundidade, o que inegavelmente limita o indivíduo em suas possibilidades de acesso ao conhecimento culturalmente construído.
Portanto, é tarefa urgente dos pais e da escola, em todos os níveis, buscar maneiras de estimular, mais do que a capacidade de ler, o prazer pela leitura. Apenas propiciando aos sujeitos leitores o prazer da leitura poderemos construir as competências necessárias para sua apreensão e produção.
Pensadores como Paulo Freire apontam para o reconhecimento de que a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura da palavra escrita implica na ampliação da possibilidade de leitura do mundo. Assim, concluímos que o não desenvolvimento de bons leitores limita as possibilidades de leitura do mundo, da compreensão da realidade social e da intervenção do sujeito buscando a transformação da sociedade.
No intuito de desenvolver, desde a mais tenra idade, o hábito e o prazer da leitura, desde a educação infantil devemos oferecer oportunidades de leituras variadas, leitura não apenas de textos escritos, mas a própria leitura e interpretação do mundo em que a criança está inserida e do qual faz parte como ator social.
O acesso a diferentes tipos de texto, mesmo bem antes da alfabetização, permitirá desenvolver tais capacidades, alem de apresentar à criança elementos constitutivos do texto: vocabulário, estrutura, enredo, coerência interna, elenco de personagens e, além disso, o uso social da escrita, elementos esses que serão fundamentais no processo de alfabetização. Isso porque constatamos que “as crianças constroem conhecimentos sobre a escrita muito antes do que se supunha” (MEC/SEF, 1998, vol.3, p. 123).

Os Contos
Instrumentos privilegiados nesse sentido são as histórias infantis. Além de desenvolver o interesse pela leitura, vêm também ampliar o universo vocabular, permitir o exercício da fantasia e da criatividade. Ao apresentar, de modo maniqueísta, a polarização bem/mal, virtude/vício, recompensa/castigo, possibilitam a discussão de padrões éticos e morais, e a formação de valores.
A paixão das crianças pelos Contos vem das próprias características de seu desenvolvimento. “Sonhadora e imaginativa por natureza, a criança aceita sem hesitação o ilogismo das narrativas mágicas presentes nas histórias infantis” (Alberton, 1980). Seu interesse e participação nas atividades de leitura dessas histórias são poderosas ferramentas na formação de bons hábitos leitores.
“O pensamento mágico da criança traz recursos inesgotáveis para que se exercite sua imaginação e fantasia, passando o sonho e a realidade, muitas vezes, a se confundirem, o que reforçaria sua espontaneidade criadora” (Nicolau, 1990, p.131). Dar possibilidade à expressão desses pensamentos possibilitará um crescimento pessoal e social, através da interação com seus pares, que vivem fantasias semelhantes.
Na aquisição e aperfeiçoamento da segunda língua, é fundamental despertar o interesse das crianças para envolver-se no aprendizado, e torná-lo o mais significativo e prazeroso possível. Resgatando conhecimentos prévios, baseando-nos na familiaridade que as crianças já têm com essas histórias, poderemos fixar o vocabulário em inglês e apresentar novas estruturas de linguagem.
Essas habilidades de linguagem na segunda língua serão úteis não apenas para conferir-lhes mais confiança em expressar-se nesse idioma, mas também em constituir um lastro de conhecimento que poderá ser utilizado em situações posteriores em que devam construir frases no idioma inglês. O fortalecimento de suas capacidades lingüísticas e a constituição de um repertório de expressões são objetivos fundamentais deste trabalho.

As Poesias
As crianças pequenas se encantam com as poesias, que lhes parecem (e na verdade são) brincadeiras com as palavras. O ritmo, a métrica e as rimas são logo percebidos pelas crianças, que passam a brincar de fazer poesia, focam sua atenção à sonoridade das palavras, e montam seus versinhos orgulhosamente. Esse trabalho, quando feito paralelamente em Inglês e Português, apresentando poemas nas duas línguas, auxilia a criança a perceber as semelhanças entre os dois idiomas, ampliar seu vocabulário através da memorização de suas poesia prediletas.

Os textos informativos
O trabalho com textos informativos, encontrados, por exemplo, em jornais, revistas, internet e enciclopédias, permite a formação do hábito de ler para estudar, para buscar informações, competência essencial por toda a vida. As crianças percebem a diferença entre esse tipo de texto e os textos de ficção, pois passam a perceber a realidade imediata expressa nos artigos de jornais e revistas, que comparam com as conversas que ouvem, aquilo que vêem na rua e o que assistem na televisão. Ao trazer esses textos à análise das crianças, vemos surgir acaloradas discussões, onde as crianças põe em jogo aquilo que sabem sobre o tópico tratado, trocam opiniões, debatem e assim a prendem a negociar, a expressar verbalmente suas idéias, a rever seus conceitos. Os textos informativos, quando integrados ao trabalho com textos em geral, amplia as possibilidades de leitura do mundo.

As histórias em quadrinhos
Embora já tenham sido alvo de preconceito por parte dos adultos, os gibis hoje são aceitos para o entretenimento das crianças. Contudo, as HQs carregam grandes possibilidades de trabalho com texto, pois têm uma linguagem própria, aliando recursos de imagem e texto, apresentando histórias com textos curtos e sendo muito atraentes às crianças. Para os pequeninos que começam a perceber as letras e como elas formam palavras, e aventuram-se pelas primeiras leituras, oferece a vantagem adicional de serem escritos com letras maiúsculas, aquelas que eles começam a identificar primeiro. É imprescindível contar também com gibis na biblioteca familiar e na escola.

As parlendas e cantigas tradicionais:
Hoje é domingo, pede cachimbo... Eu sou pobre, pobre, pobre, de marre, marré, marré.... O cravo brigou com a rosa...
Desde muito pequenas as crianças adoram as cantigas, quadrinhas e parlendas, e demonstram muita facilidade em memorizá-las, passando a cantá-las ou declamá-las em vários momentos. Além de serem textos ricos por trazerem consigo a cultura do nosso país, suas regiões e momentos históricos em que foram criados e por terem sido transmitidas geração após geração como um tesouro cultural, esses textos são privilegiados para promover a aquisição de vocabulário e, na alfabetização, permitirem a correspondência entre a escrita e a sua leitura, pois por serem familiares às crianças, ajudam-nas a não se preocuparem com o conteúdo (que já é conhecido) e focalizar sua atenção à forma da escrita.